Movimento é impulsionado por avanço da inteligência artificial, pressão por atualização constante e busca por maior eficiência na gestão de ativos
Empresas estão ampliando a adoção de modelos baseados em uso para gestão de tecnologia, substituindo gradualmente a compra direta de equipamentos de TI por estruturas de acesso e serviços ao longo do ciclo de vida dos ativos.
O movimento ocorre em um cenário de expansão dos investimentos globais em tecnologia. Segundo a consultoria Gartner, os gastos mundiais com TI atingiram US$ 5,43 trilhões em 2025, com crescimento impulsionado por software, serviços e infraestrutura de data centers voltados à inteligência artificial.
A aceleração da inteligência artificial generativa e a crescente complexidade dos ambientes digitais têm aumentado a necessidade de atualização contínua de equipamentos e sistemas, reduzindo o tempo de relevância dos ativos tecnológicos dentro das empresas. Na prática, organizações passam a lidar com ciclos mais curtos de uso efetivo de infraestrutura de TI, o que pressiona modelos baseados exclusivamente na compra e depreciação de ativos físicos.

Os modelos baseados em uso permitem que empresas acessem tecnologia como serviço, com gestão integrada que inclui aquisição, atualização, manutenção e recomercialização dos equipamentos ao longo do ciclo de vida. Neste contexto, ganha espaço o conceito global da CHG-MERIDIAN, empresa especializada em gestão de tecnologia e leasing operacional, baseado no modelo technology2use, que propõe a substituição da lógica de propriedade pela lógica de uso ao longo de todo o ciclo de vida dos ativos de TI.
“Estamos observando uma mudança estrutural na forma como as empresas gerenciam tecnologia. O foco deixa de estar na compra de equipamentos e passa a ser na eficiência do uso ao longo do tempo, o que permite maior previsibilidade financeira e melhor gestão do ciclo de vida dos ativos”, afirma Gabriela Monastero, VP de vendas da CHG-MERIDIAN no Brasil.
Após o ciclo de uso, os equipamentos podem ser recondicionados, recomercializados e reinseridos no mercado, ampliando sua vida útil e reduzindo o descarte de ativos tecnológicos. Segundo estimativas da Organização das Nações Unidas, a geração global de resíduos eletrônicos pode alcançar 82 milhões de toneladas até 2030, o que reforça a dimensão do desafio associado ao descarte de equipamentos e ao aumento do volume de lixo eletrônico no mundo.

Sobre a CHG-MERIDIAN
Fundada em 1979, na Alemanha, a CHG-MERIDIAN é uma das líderes globais em arrendamento e gestão do ciclo de vida de tecnologias para os setores de TI, indústria e saúde. Presente em 34 países, incluindo o Brasil, e atuando de forma independente de bancos e fabricantes, a companhia oferece soluções baseadas no uso ao invés da propriedade, proporcionando às empresas eficiência financeira, modernização contínua das operações e práticas de sustentabilidade. Seu portfólio abrange leasing operacional, gestão digital de ativos e serviços como exclusão certificada de dados e recomercialização segura, aplicando princípios da economia circular em todas as etapas. Globalmente, administra um portfólio de €11,7 bilhões em ativos tecnológicos (2024).
Giovana Martins (11) 5501-4655 [email protected]
