11 de março de 2026
Ricardo Nunes
“A mágica não está no sistema, na ferramenta, no ChatGpt, no Google Gemini AI e em tantas outras formas de obter o resultado mais rápido e de forma eficiente. Está na pessoa que sabe usar o sistema para resolver problema, entregar resultado e sustentar crescimento ao vivo. Quem só imita ferramenta não avança. Quem domina o negócio, cresce com qualquer ferramenta.” Menciona, Nunes.

Este novo tempo substitui legado, liderança e execução?! 
Ou de fato o “ao vivo” segue sendo o maior diferencial competitivo.

 

Em meio à corrida global por soluções de inteligência artificial, automação avançada e plataformas generativas como ChatGPT, o mercado vive um paradoxo cada vez mais evidente: quanto mais ferramentas disponíveis, maior a distância entre discurso estratégico e resultado prático. Em 2026, com a vasta narrativa da NRF, o pós NRF deixou de ser somente sobre acesso à tecnologia e passou a ser, sobre a real capacidade humana de execução, maturidade de liderança e compromisso com resultado real.

Estudos recentes de consultorias globais como McKinsey, Gartner e PwC apontam que a maioria das iniciativas corporativas em IA permanece estagnada em pilotos ou aplicações superficiais, sem impacto mensurável em produtividade, margem ou crescimento sustentável. O motivo é recorrente: falta de preparo prático, ausência de cultura de execução e líderes distantes da operação, que delegam as atividades, as metas, a tecnologia e a IA sem compreender o negócio em profundidade.

Esse cenário revela uma distorção perigosa: profissionais e empresas que avançam no discurso tecnológico e do uso das IAs, muitas vezes disfarçado de conhecimento próprio de mercado, mas não no conteúdo, na vivência e no “vamo ver.”. A ferramenta passa a ocupar o lugar da competência e o resultado é um mercado inflado de soluções, mas carente de entregas efetivas e de valor.

Na outra ponta dessa realidade está a visão de Ricardo Nunes, fundador da Ricardo Eletro e do Grupo R1, cuja trajetória foi construída no enfrentamento diário da operação real do varejo ao serviço, da indústria à gestão de pessoas em larga escala. Nas palavras dele: “Puramente com o sangue na veia!”

Para Nunes, o problema nunca foram as ferramentas.

Tecnologia e IA´s não resolvem ausência de liderança, nem substitui conhecimento teórico, prático e de campo. IA é poderosa, mas só gera resultado quando está na mão de quem sabe operar, decidir, responder na hora do jogo e dar continuidade mesmo sem ela. No ao vivo!

Essa visão dialoga diretamente com um dos principais gargalos do mercado atual: gestores e diretores que atuam como “maestros distantes”, impondo metas mandatórias, indicadores desconectados e discursos de alta performance, sem assumir responsabilidade direta pela construção das condições reais de entrega do time. A linha entre liderança estratégica e omissão operacional tornou-se tênue, e certamente: perigosa.

Não existe performance sustentável sem liderança presente. Resultado não nasce de ordem, nasce de contexto, preparo e exemplo de atuação e conduta. Líder de verdade faz todas as funções do seu próprio time e o algo a mais. Quem não entende o seu próprio chão de fábrica, o departamento, a loja, o atendimento ou o processo, não pode esperar excelência só porque implantou uma ferramenta nova.”, reforça Nunes.

No varejo, por exemplo, onde margens são pressionadas e decisões precisam ser rápidas, IA sem entendimento de comportamento de consumo, logística, estoque e pessoas vira apenas custo sofisticado. Na indústria, automação sem operadores qualificados e gestores comprometidos gera gargalos, não eficiência. Nos serviços, plataformas digitais sem cultura de entrega deterioram a experiência do cliente.

Ronald Nossig, sócio da Varejo180, cofundador do OasisLab, vice-presidente e conselheiro deliberativo da SBVC, membro do Conselho de Inovação e do Conselho de Varejo da ACSP e da Governança do Comércio de Londrina, expõe:

 “A NRF 2026 deixou uma mensagem muito clara para o varejo global: tecnologia deixou de ser diferencial e passou a ser pré-requisito. O verdadeiro gap está na capacidade de execução humana, na liderança presente e no domínio do negócio. O discurso do Ricardo Nunes traduz exatamente isso. Não é sobre IA, sistemas ou automação isoladamente, é sobre pessoas que sabem operar, decidir e sustentar resultados no tempo certo. Quem não entende a operação real, do chão da loja ao backoffice, não transforma tecnologia em valor. Apenas a consome.”

Dados de mercado mostram que mais de 70% das empresas enfrentam dificuldades em transformar investimentos em tecnologia em ROI claro, enquanto quase metade dos executivos admite não se sentir preparada para liderar times em ambientes híbridos entre humano e IA. O problema, novamente, não está na inovação, está na liderança.

O que diferencia organizações resilientes, segundo a visão de Ricardo Nunes, é simples e contundente:

– conteúdo real, legado construído, decisões no tempo certo e liderança que faz junto.
– Tecnologia como meio, nunca como muleta.
– Execução ao vivo como cultura, do fundador ao chão de fábrica.

A mágica não está no sistema, na ferramenta, no ChatGpt, no Google Gemini AI e em tantas outras formas de obter o resultado mais rápido e de forma eficiente. Está na pessoa que sabe usar o sistema para resolver problema, entregar resultado e sustentar crescimento ao vivo. Quem só imita ferramenta não avança. Quem domina o negócio, cresce com qualquer ferramenta.” Menciona, Nunes.

Em um mercado cada vez mais ruidoso, onde inovação virou palavra de ordem e presença digital muitas vezes substitui profundidade técnica, o verdadeiro diferencial competitivo segue sendo o mesmo: gente preparada, liderança responsável e execução que acontece quando o jogo aperta.

Na era da IA, o futuro pertence a quem sabe fazer, mas, ao vivo, na prática e com resultado de verdade.

 

Sobre o Grupo R1

Fundado por Ricardo Nunes, o Grupo R1 é um ecossistema dedicado à formação, ao fortalecimento e à profissionalização do empresariado brasileiro. Com metodologia prática, foco em resultados e visão ética de longo prazo, o grupo oferece programas, encontros seletos e experiências voltadas à construção de negócios sustentáveis em um mercado cada vez mais competitivo e dinâmico.

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